Reajuste de R$ 5 no mínimo vai colocar R$ 40 bilhões na economia

A presidente Dilma Rousseff conseguiu vencer sua primeira batalha no Congresso e emplacou o salário mínimo de R$ 545, R$ 5 a mais do que o valor que já está em vigor desde o dia 1º de fevereiro deste ano. Alívio para os empresários, que não precisarão refazer os cálculos para pagamentos de funcionários, e frustração para os empregados, que ainda nutriam esperança por um reajuste acima do estipulado pela equipe econômica.

O texto agora vai para o Senado e, se for aprovado, ainda este mês, passa a vigorar em março.

Dos quase 63 milhões de trabalhadores com carteira assinada, cerca de 22 milhões ganham um salário mínimo no Brasil, além de número quase igual de aposentados que recebem pensões pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Segundo cálculos das centrais sindicais, com esse reajuste devem ser injetados inicialmente R$ 18 bilhões a mais na economia.

Mínimo ideal
Enquanto toda a discussão corria solta, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgou que o salário mínimo ideal para que a família brasileira vivesse bem seria de R$ 2.227,53. Mas será que isso seria realmente viável? Em um primeiro momento, dizem os economistas, o efeito seria de aumento no padrão de vida da população. O problema seria depois.
Do R7.

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