Violência já deixou 233 mortos na Líbia, diz organização de direitos humanos

O número de mortos nos quatro dias de confrontos entre manifestantes e as forças de segurança da Líbia chegou a 233, informou a organização Human Rights Watch. Fontes ouvidas pela organização em dois hospitais na cidade de Benghazi, a segunda maior do país, relataram que mais de 60 pessoas morreram apenas no domingo (20), um dos dias mais violentos dos protestos.

As manifestações chegaram a capital líbia, Trípoli, pela primeira vez e intensos tiroteios foram ouvidos na região central e diversos bairros da cidade, informaram testemunhas e um jornalista da agência de notícias France Presse (AFP).

Os disparos se intensificaram assim que terminou o discurso, transmitido pela televisão estatal, de Saif Al Islam Gaddafi, filho do ditador líbio, Muammar Gaddafi, no qual advertiu que o país estava à beira da guerra civil e que se corre o risco de que ocorra um banho de sangue.

Brasileiros

Mais de 120 brasileiros, funcionários da construtora Queiroz Galvão, estão em Benghazi. A chancelaria brasileira tenta, através de seu embaixador na Líbia, obter permissões para retirar os funcionários da construtora, informou à agência de notícias AFP uma fonte oficial.

Do UOL.

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